
Imagem de uma câmara municipal durante a apresentação do projeto de lei.
Lucas neves

Imagem de uma câmara municipal durante a apresentação do projeto de lei.

Governador Casagrande: “Arnaldinho sabe o que aconteceu no Sambão do Povo” Governador se pronunciou sobre a aproximação entre os prefeitos de Vila Velha e Vitória. Ao ser questionado se Arnaldinho era aliado, respondeu: "Não sei" O governador Renato Casagrande (PSB) falou pela primeira vez sobre o gesto de aproximação no Carnaval entre o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (PSDB), e o prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), e sobre toda a repercussão que se seguiu. Numa breve entrevista na manhã desta terça-feira (10), economizando palavras e num tom muito mais pesado do que o habitual – demonstrando até um certo desconforto com o tema –, o governador afirmou, sem dar detalhes, que Arnaldinho sabe o que aconteceu no Sambão do Povo. “O Arnaldinho me conhece e conhece Pazolini. Conhece as duas pessoas. Ele acompanhou todo o episódio, ele sabe o que aconteceu lá no Sambão”. Na última sexta-feira (6), Arnaldinho e Pazolini chegaram juntos para a abertura do Carnaval de Vitória. Assistiram aos desfiles lado a lado, num clima de entrosamento jamais visto anteriormente. Durante o discurso de abertura do evento, o prefeito de Vitória – que faz oposição ao governo do Estado –, fez referências às eleições e citou “velha guarda” e “modernidade”, numa alusão direta, respectivamente, ao grupo do governador Casagrande e ao seu próprio campo político, que pode estar em expansão a depender dos próximos passos de Arnaldinho.

A câmara municipal aprovou ontem uma nova lei de proteção ao patrimônio histórico, marcando um avanço significativo na preservação da cultura e história locais. Esta legislação estabelece diretrizes rigorosas para a conservação de edifícios e locais históricos, garantindo que as futuras gerações possam desfrutar desse legado. Regras e Incentivos A lei prevê não apenas a proteção de estruturas históricas existentes, mas também incentivos fiscais para proprietários que investirem na restauração e manutenção de seus imóveis. "Isso é crucial para mantermos viva a nossa história e promovermos o turismo cultural", afirmou a vereadora Maria Oliveira, uma das principais defensoras da proposta. Com a aprovação, a prefeitura deverá criar um conselho consultivo para avaliar e registrar os bens a serem protegidos. O conselho também terá a responsabilidade de orientar sobre as melhores práticas de preservação e buscar parcerias com entidades culturais.